Avaliação e reabilitação do assoalho pélvico para homens com perda involuntária de urina, inclusive durante a recuperação após cirurgia da próstata.

Escapes de urina ao tossir, levantar, caminhar, praticar atividade física ou após cirurgia não precisam ser enfrentados em silêncio. A incontinência urinária masculina pode afetar rotina, sono, trabalho, vida social e confiança.
Depois da prostatectomia, alguns homens apresentam perda urinária temporária ou persistente. A fisioterapia pélvica pode participar da reabilitação por meio de treinamento direcionado ao controle do assoalho pélvico e às situações que provocam escapes.
São analisados histórico, frequência e situações de perda, hábitos urinários, uso de proteção, percepção muscular e capacidade funcional. A partir disso, o tratamento é adaptado às necessidades do paciente.
O exercício adequado depende da avaliação. Força, coordenação, tempo de ativação e capacidade de relaxar são aspectos diferentes e podem exigir estratégias distintas.
A avaliação permite entender seus sintomas, histórico e objetivos para definir uma abordagem individualizada.
Falar pelo WhatsAppÉ a perda involuntária de urina. Pode ocorrer em diferentes situações e ter diversas causas, por isso a avaliação é importante.
A incontinência pode ocorrer após alguns procedimentos prostáticos, especialmente durante o período de recuperação. A evolução é individual.
Pode fazer parte do tratamento conservador, trabalhando controle, coordenação, resistência e uso funcional do assoalho pélvico conforme avaliação.
Absorventes podem ajudar no manejo dos escapes, mas não tratam a causa. A investigação médica e a avaliação fisioterapêutica ajudam a definir as opções adequadas.
Não existe um prazo único. O tempo varia conforme causa, cirurgia realizada, condição muscular, sintomas, adesão e outros fatores clínicos.